Programa Bicho de sete cabeças - Filosofia com a Sociedade - Radiocom 104,5 Fm
6/07/2013 .
sábado, 14 de setembro de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Quando nosso modo de ser se
diferencia do comum, muitas vezes somos chamados de anormais, loucos.
Dependendo do contexto em que isso ocorra, poderá provocar dúvidas em nós: sou
normal? Estou enlouquecendo? É normal pensar assim? É normal viver assim?
Você já se fez alguma dessas
perguntas na vida? Antes de qualquer resposta é preciso avaliar: o que
significa ser "normal"?
No Dicionário de Filosofia
(2003), Abbagnano define normal como "aquilo que está em conformidade com
a norma"; "aquilo que está em conformidade com um hábito ou com um
costume ou com uma média aproximada ou matemática ou com o equilíbrio físico ou
psíquico".
Desta definição poderíamos
concluir que o normal é uma média do comum, ou de uma maioria. Assim sendo, se
não reproduzirmos os hábitos ou costumes de nossa sociedade, seremos anormais?
Quantas vezes hábitos, costumes, regras, leis de uma sociedade foram
modificados? Historicamente há muitos exemplos: o papel da mulher na sociedade,
a escravidão, os valores morais, as relações de trabalho, as formas de
organização das sociedades… Numa mesma cultura são verificadas modificações no
tempo, e num mesmo tempo é possível perceber claramente diferenças culturais
regionais. ( Artigo - Monica. A )
quinta-feira, 7 de março de 2013
Programa Sintonia - Pelotas
Jeferson Pons Cruz - Filósofo Clínico - No Programa de televisão falando sobre a Filosofia Clínica.
Entrevistador : Wilton Cunha - TVCom Canal 14 da Net .
Entrevistador : Wilton Cunha - TVCom Canal 14 da Net .
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
O filósofo clínico é um
profissional liberal de nível superior, que pratica sua profissão em
consultórios, hospitais, escolas, empresas ou em quaisquer espaços de relações
interpessoais. No uso de suas metodologias específicas, a Filosofia Clínica não
trabalha com noções médicas ou psicológicas de saúde e doença, isto é, de
“normalidade” versus “patologia”, nem com teorias e tipos psicológicos de
personalidade.
A Filosofia Clínica é uma
orientação existencial terapêutica, fundamentada na filosofia acadêmica, que
ajuda pessoas a se conhecerem (a si, aos outros e ao mundo entorno), a reverem
seus conceitos de vida, de valores, de práticas, seus sentimentos, sensações,
pensamentos, e outros, a fim de que possam e saibam se cuidar. Enquanto
filosofia do cuidar, da práxis, é uma ética da alteridade que objetiva orientar
a estrutura de pensamento subjetiva de cada pessoa, ajudando-a nos seus
processos de autonomia de vida. Tanto quanto possível e desejável - com
profundo respeito à liberdade de pensamento individual - o filósofo clínico
ajuda as pessoas a se tornarem mais fortes e mais capazes para enfrentarem
escolhas e momentos difíceis da caminhada. A Filosofia Clínica trabalha para a
autenticidade do ser.
sábado, 1 de setembro de 2012
domingo, 15 de julho de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
PARA LER E PENSAR - PALAVRAS DE OSHO
Ser criador é ser parte de Deus
A vida somente é vida quando o amor arde dentro de você, quando a chama do amor é tão brilhante que começa irradiar a sua volta, a se espalhar para os outros, a ser sentida pelas pessoas - seu amor se torna quase tão tangível que as pessoas poderiam tocá-lo.
Assim, ele não é uma benção só para você, mas também para todas as outras pessoas.
Um homem verdadeiro é sempre um enriquecimento para o mundo, para a existência; ele contribui muito. Se você não pode contribuir com alguma coisa, nunca será bem-aventurado.
É por meio da contribuição com algo para a existência que você participa da obra do criador, pois você mesmo se torna um criador. Ser criador é ser parte de Deus - não há outro jeito.
Posted: 29 Dec 2011 05:54 PM PST
A vida somente é vida quando o amor arde dentro de você, quando a chama do amor é tão brilhante que começa irradiar a sua volta, a se espalhar para os outros, a ser sentida pelas pessoas - seu amor se torna quase tão tangível que as pessoas poderiam tocá-lo.Assim, ele não é uma benção só para você, mas também para todas as outras pessoas.
Um homem verdadeiro é sempre um enriquecimento para o mundo, para a existência; ele contribui muito. Se você não pode contribuir com alguma coisa, nunca será bem-aventurado.
É por meio da contribuição com algo para a existência que você participa da obra do criador, pois você mesmo se torna um criador. Ser criador é ser parte de Deus - não há outro jeito.
Osho, em "Meditações Para o Dia"
Imagem por tpmartins
Imagem por tpmartins
Publicado no blog palavras de Osho
sábado, 17 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
PARA LER E PENSAR - PALAVRAS DE OSHO
Não renuncie ao dinheiro, renuncie à propensão ao dinheiro
Eu não sou contra o dinheiro, sou contra a propensão ao dinheiro. Não sou contra as posses, sou contra a possessividade. E essas são dimensões totalmente diferentes, diametralmente opostas.
Ser contra o dinheiro é estúpido. O dinheiro é um meio muito belo, um meio de intercâmbio. Sem ele não pode haver uma cultura evoluída, sociedade ou civilização.
Apenas imagine que o dinheiro desapareceu do mundo. Então tudo o que é confortável, tudo aquilo que lhe dá conforto desaparecerá com ele. As pessoas serão reduzidas a uma profunda pobreza.
O dinheiro tem prestado uma tremenda ajuda; e é preciso apreciá-lo. Assim, não sou contra o dinheiro, mas certamente sou contra a propensão ao dinheiro, e as pessoas não fazem essa distinção. Todo o passado humano viveu em confusão.
Renuncie à propensão ao dinheiro, mas não há necessidade de renunciar ao dinheiro em si. O dinheiro tem de ser criado, a prosperidade tem de ser criada. Sem a prosperidade, toda a ciência desaparecerá, toda a tecnologia desaparecerá, todas as grandes conquistas do homem desaparecerão. O homem não será capaz de atingir a lua, o homem não será capaz de voar.
Sem o dinheiro, a vida se estagnará, exatamente como sem a linguagem toda arte, toda literatura, toda poesia, toda música desaparecerão. Exatamente como a linguagem o ajuda a trocar pensamentos, a se comunicar, o dinheiro o ajuda a trocar coisas; também é uma forma de comunicação.
Mas as pessoas com uma mente propensa ao dinheiro se apegam a ele; destroem toda a sua finalidade. Sua finalidade é passar de uma mão a outra. É por isso que é chamado de moeda corrente: tem de permanecer como uma corrente, movendo-se. Quanto mais se move, melhor; mais rica se torna a sociedade.
Se eu tiver apenas uma rupia e ela correr e passar por cinco mil sannyasins, então uma rupia se tornará cinco mil rupias. Quanto mais se move, mais dinheiro é criado. Funciona como se existissem cinco mil rupias - apenas uma rupia!
Mas a pessoa propensa ao dinheiro agarra-se a ele; interrompe a corrente. Ela o segura, apega-se a ele, não o usa.
Posted: 15 Nov 2011 04:14 PM PST
Muitos sábios orientais do passado foram contra o dinheiro. Você, ao contrário, não é. Poderia, por favor, comentar?
Eu não sou contra o dinheiro, sou contra a propensão ao dinheiro. Não sou contra as posses, sou contra a possessividade. E essas são dimensões totalmente diferentes, diametralmente opostas.
Ser contra o dinheiro é estúpido. O dinheiro é um meio muito belo, um meio de intercâmbio. Sem ele não pode haver uma cultura evoluída, sociedade ou civilização.
Apenas imagine que o dinheiro desapareceu do mundo. Então tudo o que é confortável, tudo aquilo que lhe dá conforto desaparecerá com ele. As pessoas serão reduzidas a uma profunda pobreza.
O dinheiro tem prestado uma tremenda ajuda; e é preciso apreciá-lo. Assim, não sou contra o dinheiro, mas certamente sou contra a propensão ao dinheiro, e as pessoas não fazem essa distinção. Todo o passado humano viveu em confusão.
Renuncie à propensão ao dinheiro, mas não há necessidade de renunciar ao dinheiro em si. O dinheiro tem de ser criado, a prosperidade tem de ser criada. Sem a prosperidade, toda a ciência desaparecerá, toda a tecnologia desaparecerá, todas as grandes conquistas do homem desaparecerão. O homem não será capaz de atingir a lua, o homem não será capaz de voar.
Sem o dinheiro, a vida se estagnará, exatamente como sem a linguagem toda arte, toda literatura, toda poesia, toda música desaparecerão. Exatamente como a linguagem o ajuda a trocar pensamentos, a se comunicar, o dinheiro o ajuda a trocar coisas; também é uma forma de comunicação.
Mas as pessoas com uma mente propensa ao dinheiro se apegam a ele; destroem toda a sua finalidade. Sua finalidade é passar de uma mão a outra. É por isso que é chamado de moeda corrente: tem de permanecer como uma corrente, movendo-se. Quanto mais se move, melhor; mais rica se torna a sociedade.
Se eu tiver apenas uma rupia e ela correr e passar por cinco mil sannyasins, então uma rupia se tornará cinco mil rupias. Quanto mais se move, mais dinheiro é criado. Funciona como se existissem cinco mil rupias - apenas uma rupia!
Mas a pessoa propensa ao dinheiro agarra-se a ele; interrompe a corrente. Ela o segura, apega-se a ele, não o usa.
Osho, em "Dinheiro, Trabalho, Espiritualidade"
Imagem por Images_of_Money
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